Sobre Mim

Claudiana Melo
Eu sou Claudiana Melo, baiana,soteropolitana,apaixonada, apaixonante. Adoro viver de amor e por amor. Virginiana, perfeccionista e romântica. Prazer! Bem vindos
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

De alguma forma eu sabia que seria amor. Eu não sei, mas acho que a gente olha e 

pensa: “Quero pra mim”. Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de 

depender de alguém, de sofrer, de


 escolher errado, de lutar por algo que


não vale a 

pena. Porque o coração nem sempre é


 mocinho, às vezes ele também gosta de pregar

 peças, sei lá, talvez queira provar que 


também sabe ser vilão. Foi por isso que 

corri, tentei fugir, mas quando tem que 


ser, não adianta, será. 
E olha só, passei tanto tempo fugindo de um alguém que hoje sofro por não ser 


totalmente meu.

Ahh o bendito do amor

Tempo passa, passa o tempo, todo  quente, as vezes fala, outras cala, mas sempre tem.
o tempo passa que as vezes nem da bola pra um amor assim, tao inconsciente, nem nota, ou finge nao notar ...
É singelo, as vez nobre rude , e quase sempre ingrato. quem sente quer esquecer, quem nunca sentiu  é louco pra ter, dá até pra entender, os porquê's do amor ser tao controverso, 
nem sempre agente ama quem ama agente... 

quase sempre, agente ama só... 

                                                                                                                                                                            ~Nana Mello

Priimeirissimo Post !


Queria começar me apresentando, mas achei um jeito mais bonito de fazer isso. Citando Clarisse Lispector... que eu vejo que tem tudo haver comigo...

"Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras; sou irritável e piro facilmente; também sou muito calma e perdôo logo; não esqueço nunca; mas há poucas coisas de que eu me lembre; sou paciente, mas profundamente colérica, como a maioria dos pacientes; as pessoas nunca me irritam mesmo, certamente porque eu as perdôo de antemão; gosto muito das pessoas por egoísmo: é que elas se parecem no fundo comigo; nunca esqueço uma ofensa, o que é uma verdade, mas como pode ser verdade, se as ofensas saem de minha cabeça como se nunca nela tivessem entrando?"... Clarice Lispector